Quanta poesia há nas tantas formas de ver,sentir e escutar a CIDA.de.Sinto as imagens,escuto os sentidos e vejo todos os sons. Em nuvens de fumaça que a todo tempo saem dos carros ou daquelas que saem da boca dos fumantes.No bater do relógio ou dos carros da avenida.Do piscar das luzes dos postes ou dos nossos próprios olhos, ao observar tamanha abstração ,mesmo tudo sendo tão concreto.